Portal Justiça Climática Global



http://www.justicaclimaticaglobal.net/ 

O Portal Justiça Climática Global foi idealizado no Canadá, na Conferência sobre adaptação das comunidades vulneráveis (climaticamente, geograficamente e/ou financeiramente).

Após mais de 13 anos trabalhando com o tema do aquecimento global sob a ótica da educação e da mitigação, o Instituto Ecoar, logo no início de 2009, tomou a decisão de se engajar no tema da adaptação dessas comunidades.

A ideia foi prontamente aceita e viabilizada pela York International, com apoio do IRIS – Institute for Research and Innovation in Sustainability e da Agência de Cooperação Canadense, CIDA.

O Portal foi lançado durante a COP 15, que aconteceu em Copenhague, na Dinamarca, entre 07 e 18 de dezembro de 2009. O projeto – um hotsite em português, com versão em inglês – foi apresentado com o apoio da Braskem e tivemos uma receptividade ímpar.

O Portal Justiça Climática Global Para as Comunidades Pobres e Vulneráveis tem como objetivo colocar o tema na Agenda Global, influenciar políticas de mitigação e adaptação no âmbito das convenções e acordos internacionais, regionais e/ou nacionais, e pleitear a destinação de recursos diretos dos fundos de adaptação para as comunidades pobres em todo mundo.

Leia em nosso site um resumo de como foi a participação do Ecoar na COP 15 e, leia também, o texto-base que foi utilizado para formulação do documento referencia na abordagem da Educação Ambiental em relação às Mudanças Climáticas.

http://www.ecoar.org.br/website/mudancas_climaticas.asp

 

“Twittaço” do Greenpeace

A ONG ambiental Greenpeace se reúne na manhã desta quinta-feira (24) em Brasília para cobrar a votação do Projeto de Lei 630/03, conhecido como “Lei de Renováveis”. A legislação está parada há dois anos no Congresso.

O projeto foi criado tendo como objetivo o desenvolvimento sustentável brasileiro. Por isso, inclui o investimento em tecnologias de produção de energia limpa, como solar, eólica e biomassa. A intenção é descentralizar a produção renovável das usinas hidrelétricas, que são atualmente a principal fonte brasileira, mas que causam grandes impactos ambientais nas regiões onde são instaladas.

O Greenpeace decidiu se manifestar por acreditar que essa lei é de extrema importância para que o Brasil cresça economicamente sem causar danos ao meio ambiente. O potencial brasileiro é inegável e os ativistas acreditam que o país possa se tornar referência para outras nações com um incentivo desse tipo.

O problema é que a legislação está parada no Congresso há dois anos, sem que haja interesse governamental em colocá-la em vigor. Para chamar a atenção dos governantes a ONG se manifestará pessoalmente, mas todos os outros ativistas e pessoas interessadas no futuro do Brasil poderão colaborar através do twitter.

Com o chamado “tuitaço” o Greenpeace pede para que a população envie mensagens através da rede social, pedindo urgência na votação da Lei de Renováveis, com a expressão #energialimpa diretamente para o presidente da Câmara dos Deputados, Marcos Maia.

O protesto pode ser acompanhado ao vivo através do site do Greenpeace.

Fonte: CICLOVIVO

Carbono & Metano

O documentário Carbono & Metano, voltado para o tema do aquecimento global, acaba de ser lançado pela PH Multivisão e Vídeo. Destinado, preferencialmente, a crianças e jovens de 10 a 15 anos de idade, aborda, de forma lúdica e descontraída, temas, aparentemente, de difícil compreensão, como efeito estufa e mudanças climáticas. Incentivado pela Lei Rouanet e patrocinado pela Tetra Pak, o filme tem cerca de 50 minutos e é dividido em três episódios, facilitando a utilização didática.

O filme conta a história das personagens Carbono e Metano e suas tentativas de “dominar o mundo” por meio do efeito estufa e do aquecimento global. Em estilo de gibi de super-heróis, o média-metragem trata de um dos maiores problemas da atualidade: a sustentabilidade, ou seja, o equilíbrio entre desenvolvimento econômico, justiça social e respeito ao meio ambiente.

Cientistas, professores, ambientalistas, pedagogos e outros especialistas participam do filme, emitindo opiniões embasadas sobre os temas abordados. Entre eles estão Carlos Nobre, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e do Ministério da Ciência e Tecnologia, Virgilio Viana, da Fundação Amazônia Sustentável, e Carlos Alberto de Mattos Scaramuzza, superintendente de conservação do WWF-Brasil.

Carbono e Metano foram humanizados e o resultado é que suas personalidades são espelhos de seus traços químicos. Carbono é mais encorpado (com maior peso atômico), enquanto Metano é mais franzino. Isolados, são afáveis e amigáveis – na origem, foram responsáveis pelo surgimento da vida. Reunidos em bandos, descontrolados, podem se tornar agressivos e antissociais, formando verdadeiras “gangues”. Representam, respectivamente, 80% e 15% das emissões de gases de efeito estufa.

O filme está disponível no Youtube, em cinco partes. A primeira parte pode ser vista abaixo, e as outras podem ser encontradas no link  http://www.youtube.com/user/PHMultivision.

Fonte: WWF

As 10 florestas mais ameaçadas

A ONU fez de 2011 o Ano Internacional das Florestas para poder alertar o mundo todo sobre a necessidade de conservá-las. A ONG Conservação Internacional aproveitou e divulgou uma lista com as florestas mais ameaçadas de extinção no mundo.
A ONG levou em consideração só áreas que tenham riqueza biológica extrema, índice elevado de espécies únicas de animais ou plantas. Além da degradação e alta possibilidade de desaparecer. Esses locais são chamados de “Hotspots” e a CI diz que eles já perderam cerca de 90% da sua cobertura original, cada uma.

A lista:

O Brasil, infelizmente, está no Top 5 por conta da Mata Atlântica, que abriga cerca de 20 mil espécies de plantas e ocupa só 8% do que sua cobertura original já foi.

“As florestas estão sendo destruídas a uma taxa alarmante para dar lugar a pastagens, plantações, mineração e expansão de áreas urbanas. Com isso, estamos destruindo nossa própria capacidade de sobreviver,” diz Olivier Langrand, diretor de política internacional da CI.

A ONG faz questão de lembrar que as florestas são essenciais para fornecimento de água e também tem contribuição direta para a estabilização do clima. Eles dizem que os dez hotspots florestais mais ameaçados armazenam mais de 25 gigtatons de carbono. E o desmatamento, por outro lado, representa aproximadamente 15% das emissões totais de gases do efeito estufa.

O alerta também foi dirigido aos governos, para fazê-los repensarem seus programas de proteção e preservação. Lagrand completa “Florestas saudáveis nos oferecem os melhores meios econômicos para enfrentar os diversos desafios ambientais da mudança climática e a crescente demanda por produtos florestais”.

Fonte: eco4planet

Mudança no clima, mudança de vidas!

Frequentemente nos deparamos com reportagens que relatam as mudanças climáticas provocadas, em grande parte, pela ação humana e o grande impacto gerado na vida de milhões de pessoas.

O aumento da temperatura da Terra é fruto das ações tomadas especialmente a partir da Revolução Industrial, no século XVIII, quando as indústrias cresceram baseadas na queima de carvão e petróleo. A queima de carvão e petróleo liberou, no ar, volumes gigantescos do gás dióxido de carbono (CO2).

O CO2, também chamado de gás carbônico, é parte da atmosfera terrestre e auxilia na manutenção da temperatura adequada ao planeta. O problema não é o mecanismo natural em si, mas o seu excesso que foi para a atmosfera juntamente com outros gases, como o metano, fazendo com que a temperatura da Terra subisse perigosamente.

Um planeta mais quente desequilibra o clima da Terra, o que acarreta o derretimento das calotas polares, o aumento do nível dos oceanos, a extinção de espécies e o surgimento de tempestades e ondas de calor, que passam a ser mais frequentes.

A temperatura do planeta já subiu cerca de 1° Celsius e os efeitos devastadores já são evidentes. Nos últimos anos, ocorreram cerca de 40 tornados na região de Santa Catarina; a Amazônia registrou, em 2005, a sua maior seca; o Rio Grande do Sul sofreu os maiores períodos de seca dos últimos anos, causando um prejuízo superior a 3 bilhões de reais na agricultura; a Europa tem sido castigada por ondas de calor de até 40 graus centígrados; o número de desertos e fortes furacões causam mortes e destruições em várias regiões do planeta.

Diante deste cenário, precisamos nos conscientizar de que a nossa forma de relacionamento com o planeta precisa mudar, pois se não fizermos alguma coisa, podemos ser responsáveis por nosso desaparecimento enquanto espécie.

“Não é a terra que é frágil. Nós é que somos frágeis. A natureza tem resistido a catástrofes muito piores do que as que produzimos. Nada do que fazemos destruirá a natureza. Mas podemos facilmente nos destruir”.  (James Lovelok)

Instituto Ecoar para a cidadania