Jogando pelo Meio Ambiente

O projeto Jogando pelo Meio Ambiente, fruto da parceria entre a empresa de comunicação Nova Estratégia, o Banco Cruzeiro do Sul e o Sport Club Corinthians Paulista, tem o objetivo de fomentar a responsabilidade socioambiental dos torcedores do time, dos jogadores, dos membros do clube e de todos os colaboradores do Banco Cruzeiro do Sul.

O projeto tem também a missão de promover a cultura de sustentabilidade e responsabilidade socioambiental nas práticas e atividades do Banco Cruzeiro do Sul e do time do Corinthians, de modo que eles sejam reconhecidos como instituições sustentáveis, em consonância com os mais avançados padrões globais e que exerçam suas atividades com responsabilidade socioambiental contribuindo para a melhoria das condições da vida do Planeta.

O Ecoar é responsável por todas as atividades de educação ambiental, cálculos de emissão de gases de efeito estufa (GEE) e plantio estimado de 20 mil árvores.

Conheça as principais atividades do projeto:

• Inventário de emissões de GEE das atividades do Banco e compensação de emissões por meio do plantio de árvores;
• Inventário de emissões de GEE do time do Corinthians referente ao deslocamento do time, inclusive internacional, em dias de jogo e ao consumo de energia elétrica dos estádios onde acontecem os jogos;
• Atividades de Educação Ambiental por meio de Palestras, Seminários e Oficinas;
• Apresentação de diretrizes e indicadores para o fomento a boas práticas e redução de emissões de GEE;
• Atividades de Educomunicação, por meio de mídias sociais;
• Em celebração a esta iniciativa, serão feitos o plantio de 100 árvores a cada jogo do time do Corinthians e mais 100 árvores a cada gol marcado pelo timão.

Saiba mais acesse: www.jogandopelomeioambiente.com.br

Instituto Ecoar para a Cidadania

Trabalhando pelo meio ambiente

Os acidentes ambientais são cada vez mais frequentes e despertam a indignação da sociedade para o descaso com os problemas do meio ambiente. A questão ambiental tem se tornado primordial para as empresas, pois a opinião pública está cada vez mais informada, exigindo soluções rápidas e precisas.

Hoje, as empresas se posicionam com mais seriedade diante de problemas ambientais e isso se deve não pela pressão exercida pelo governo e por ambientalistas, mas, sim, para atender a uma exigência do próprio mercado, que requer respostas ambientalmente seguras e socialmente justas.

O consumidor exerce um papel fundamental nessa mudança, pois, ao fazer escolhas e optar por empresas que sejam ecologicamente responsáveis, contribui para que as empresas que têm boas práticas sejam valorizadas e que as demais tenham que se adaptar para conquistar um espaço no mercado.

Muitas empresas já vêm exercendo o seu papel de gerar soluções que não agridam o meio ambiente. Recentemente, a Mellita do Brasil foi pioneira ao desenvolver o primeiro filtro de café ecológico. O mesmo ocorreu com o Sport Club Corinthians Paulista que, em parceria com o Ecoar, o Banco Cruzeiro do Sul e a empresa de comunicação Nova Estratégia, está fomentando a responsabilidade socioambiental dos torcedores, dos membros do clube e de todos os colaboradores do Banco Cruzeiro do Sul com o projeto Jogando pelo Meio Ambiente.

Existe um provérbio chinês que diz que “todas as flores do mundo estão nas sementes de hoje”. Sendo assim, devemos estimular boas práticas para garantir a vida com qualidade ao planeta, para esta e para as futuras gerações.

Instituto Ecoar para a Cidadania

Cidadãos do Planeta

A palavra cidadania, de acordo com o dicionário, pode ser resumida em “conjunto de cidadãos, com direitos e deveres, pertencentes a uma sociedade”. Diferentemente disso, o tema é muito mais denso e complexo, uma vez que envolve a prática desses elementos no nosso dia a dia.

Cidadania é algo que norteia nossas vidas desde o momento em que nascemos até o dia que morremos. Por exemplo, quando protegemos o patrimônio público, estamos exercendo o nosso dever de cidadão. A atitude contrária, por parte de alguns que destroem a propriedade de uso comum, faz com que seja praticado um ato de anticidadania. Sendo assim, os problemas sociais do planeta não são resultado da falta de informação, mas sim de falta de informação que exigem mudança de comportamento e valores.

O ato de respeitar os direitos do próximo exerce um papel fundamental na construção de um planeta melhor. A mobilização, por parte dos mais esclarecidos, é de total importância. As ONG’s poderão dar sua contribuição, por meio do ensino, àqueles que mais necessitam. Além disso, é importante estimular a participação da comunidade em projetos sociais e educá-la para que possa entender que é através de participação que se formam cidadãos conscientes.

Não existe mudança sem participação, e a participação só existe pela educação. Não basta que nos tornemos mais conscientes dos problemas sociais. É essencial que nos tornemos, também, mais ativos e participativos, pois as atitudes que hoje tomamos ajudarão a formar os futuros cidadãos do mundo.

O ato voluntário exige mobilização contínua. Por isso, é muito importante que cada um de nós exerça o seu papel de cidadão do planeta.

Instituto Ecoar para a Cidadania

Plantando o Futuro

A Amazônia abriga 33% das florestas tropicais do planeta e cerca de 30% das espécies de fauna e flora. Exerce um papel fundamental no equilíbrio climático global, influencia, diretamente, o regime de chuvas do Brasil e da América Latina e sua imensa cobertura vegetal armazena entre 80 a 120 bilhões de toneladas de carbono.

O ritmo da destruição segue de acordo com a grandiosidade da Amazônia. Entre 1550 e 1970, o desmatamento da Amazônia representava 1%. Hoje, 40 anos depois, os números saltam para 17%, o que equivale a uma área igual a dos territórios do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Rio de Janeiro e Espírito Santo.

Apesar de alguns passos dados pelo governo e pela fiscalização, a busca pelo “desenvolvimento” faz a Amazônia enfrentar um acelerado processo de degradação com a extração de madeira e a produção de gado e soja.  Hoje, o desmatamento é o grande problema ambiental do Brasil, que é considerado o 4° maior poluidor do mundo. Cada árvore que cai, leva uma parte do carbono armazenado à atmosfera, contribuindo com o aumento do aquecimento global.

O reflorestamento é uma das medidas que combate os males causados pelo desmatamento, visto que promove o sequestro de CO2 da atmosfera, diminuindo, assim, a concentração deste gás e desempenhando um importante papel no combate à intensificação do efeito estufa. A remoção do gás carbônico da atmosfera é realizada graças à fotossíntese, que permite a fixação do carbono na biomassa da vegetação e nos solos.

Segundo a ONU, seria necessário o plantio de 38,9 árvores por habitante, ao ano, para diminuir os males causados. Nós devemos assumir o nosso papel e contribuir para termos um planeta saudável. Podemos dar a nossa contribuição de diversas formas, como, por exemplo, plantar árvores ou apoiar institutos como o Ecoar, que realiza projetos em prol do meio ambiente, e estar atento às práticas das empresas que nos fornecem produtos derivados da madeira, verificando se as mesmas possuem certificação ambiental e se realizam técnicas de reflorestamento para recompor o que foi extraído.

As atitudes conscientes de hoje vão garantir um amanhã mais verde e limpo para nós e para as nossas futuras gerações. Então, não seja negligente, mude e contribua com o planeta que já tanto fez por nós!

Instituto Ecoar para a Cidadania

Um desenvolvimento insustentável

“Só existem dois dias no ano em que nada pode ser feito. Um se chama ontem e o outro se chama amanhã. Portanto, hoje é o dia certo para amar, acreditar, fazer e, principalmente, viver.” (Mahatma Gandhi)

A busca pelo “desenvolvimento” faz o planeta enfrentar um acelerado processo de degradação, desmatamento, queima, poluição e um consumo desenfreado dos recursos naturais. Mas até quando a Terra vai suportar?

Na tentativa de harmonizar o desenvolvimento econômico e a conservação ambiental, criou-se a definição de desenvolvimento sustentável. Mas o que é isso de fato? É o desenvolvimento capaz de suprir as necessidades da geração atual, sem comprometer as necessidades das futuras gerações.

Nos últimos anos, empresas, governos, ONGs, associações e sindicatos ampliaram a discussão sobre o assunto. Porém, levantar a bandeira ambiental não faz das empresas defensoras incondicionais do meio ambiente. Claro que por trás dessa “preocupação” ambiental há a pressão da opinião pública, cada vez mais esclarecida e atuante. Portanto, não podemos ser ingênuos a ponto de acreditar que discursos, promessas e intenções façam acontecer um novo modelo de valores e princípios sustentáveis. É necessário estarmos atentos a esses discursos, bem como às verdadeiras intenções dos que pregam pela responsabilidade social e ambiental.

Não basta só exigir maior responsabilidade e preocupação. Devemos parar de achar que a mudança começa pelo outro! Todos devem fazer a sua parte, pois a Terra não é um galpão infinito de recursos nem uma grande lixeira capaz de absorver nossas sobras. Logo, não basta exigir mudanças de comportamento de empresas e governos. Precisamos ser capazes de olhar a nós mesmos. O que estamos construindo para nossas futuras gerações? Será que o planeta Terra resistirá?

Esse novo modelo de desenvolvimento começa em cada um de nós: adoção de novos hábitos, comportamentos, atitudes e valores.

Para cada ação, existe uma reação, e na natureza não é diferente!

Instituto Ecoar para a Cidadania

Mudança no clima, mudança de vidas!

Frequentemente nos deparamos com reportagens que relatam as mudanças climáticas provocadas, em grande parte, pela ação humana e o grande impacto gerado na vida de milhões de pessoas.

O aumento da temperatura da Terra é fruto das ações tomadas especialmente a partir da Revolução Industrial, no século XVIII, quando as indústrias cresceram baseadas na queima de carvão e petróleo. A queima de carvão e petróleo liberou, no ar, volumes gigantescos do gás dióxido de carbono (CO2).

O CO2, também chamado de gás carbônico, é parte da atmosfera terrestre e auxilia na manutenção da temperatura adequada ao planeta. O problema não é o mecanismo natural em si, mas o seu excesso que foi para a atmosfera juntamente com outros gases, como o metano, fazendo com que a temperatura da Terra subisse perigosamente.

Um planeta mais quente desequilibra o clima da Terra, o que acarreta o derretimento das calotas polares, o aumento do nível dos oceanos, a extinção de espécies e o surgimento de tempestades e ondas de calor, que passam a ser mais frequentes.

A temperatura do planeta já subiu cerca de 1° Celsius e os efeitos devastadores já são evidentes. Nos últimos anos, ocorreram cerca de 40 tornados na região de Santa Catarina; a Amazônia registrou, em 2005, a sua maior seca; o Rio Grande do Sul sofreu os maiores períodos de seca dos últimos anos, causando um prejuízo superior a 3 bilhões de reais na agricultura; a Europa tem sido castigada por ondas de calor de até 40 graus centígrados; o número de desertos e fortes furacões causam mortes e destruições em várias regiões do planeta.

Diante deste cenário, precisamos nos conscientizar de que a nossa forma de relacionamento com o planeta precisa mudar, pois se não fizermos alguma coisa, podemos ser responsáveis por nosso desaparecimento enquanto espécie.

“Não é a terra que é frágil. Nós é que somos frágeis. A natureza tem resistido a catástrofes muito piores do que as que produzimos. Nada do que fazemos destruirá a natureza. Mas podemos facilmente nos destruir”.  (James Lovelok)

Instituto Ecoar para a cidadania

Instituto Ecoar e seu papel na sociedade

O Instituto Ecoar é uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP), formada por    ativistas ambientais, pesquisadores e educadores, no ano de 1992. Foi criado por duas razões: havia, naquela época, a necessidade de produzir a ecologia de metrópole e não existia, no Brasil, uma ONG com preocupação socioambiental.

O Ecoar, ao longo desses anos, aprofunda suas pesquisas e estudos em práticas de educação ambiental capazes de disseminar conhecimentos, valores, atitudes e comportamentos que contribuam para a sobrevivência das espécies e sistemas naturais do planeta. Para tanto, centralizamos nossos esforços e ações em três eixos: Instituto Ecoar para a Cidadania, Associação Ecoar Florestal e o Centro Ecoar de Educação para Sociedades Sustentáveis.

Com a missão de contribuir para a construção de sociedades sustentáveis, oferecemos cursos, palestras, oficinas e workshops. Utilizamos  linguagem simples, o que possibilita uma melhor compreensão de termos e temas científicos. Por exemplo, a “Alfabetização Ecológica”, na qual ensinamos, de forma didática, as crianças a terem noção dos princípios básicos de ecologia.

Acreditamos que a construção de um olhar mais atento às questões coletivas depende, em muito, da disponibilização de repertório socioambiental que contemple e compreenda a sustentabilidade em suas diversas dimensões. Por este motivo, nós do Instituto Ecoar fornecemos embasamento aos indivíduos e contribuímos para o crescimento de toda sociedade.

Instituto Ecoar para a Cidadania